Mask às Segundas

8a sessao

05 e 06 de Fevereiro de 1925

Ao detectarem que estão a ser seguidos os investigadores, juntam-se na editora do jornal Scoop onde pedem ajuda ao Mickey Mahoney.

Antes de se juntarem, falam com o James Barrington que lhes indica algumas pistas sobre os assassinatos de egipcios que têm acontecido em Londres ao longo de três anos:
– As vitimas eram frequentadoras do Blue Piramid Club
– O Jackson Elias tinha-lhe dado uma pista indicando que quem estava a fazer os homicidios eram os membros do culto do black pharaoh. Questionando o Edward Gavigan, proeminente egiptólogo, ele indicou que nao existe qualquer facto de que o culto do black pharaoh existe na actualidade.
– Uma das vitimas foi ainda encontrada viva tendo dito a palavra “Hotep”. Questinando o Edward Gavigan sobre esta palavra, ele indicou que a mesma significa ajuda
– Foi igualmente entrevistado um membro da comunidade egipcia em Londres, o Tewfik Al-Sayed. Ele indicou desconhecer igualmente qualquer visão moderna do culto do black pharaoh.

Os nossos investigadores transmitem ao James Barrington que estão a ser seguidos mas sempre cético este investigador da Scotland Yard não acredita neles dizendo as sábias palavras “bebam menos”.

Já no Scoop os nossos investigadores pedem ajuda ao Mickey Mahoney que como bom samaritano que é lhes oferece, a troco de somas avultadas claro, toda a ajuda necessária. Em primeiro lugar arranja um esconderijo para os nossos investigadores, dois guarda-costas e armamento condizente com a situação.

De modo a escaparam a alguma perseguição que possa estar a existir os nossos amigos arranjam um esquema altamente elaborado para sair do Scoop sem serem vistos. Este esquema é grandioso e chega a ser uma ode à arte da fuga. O plano é…. Fugir pelas traseiras.

Seriam necessários dois carros para levar todos os investigadores, tendo o primeiro grupo conseguido escapar sem incidentes. Com bastente sorte provavelmente quem os estava a seguir tinha ido fazer um xixi na altura que estavam a sair.

O segundo grupo já nao teve tanta sorte e ao notar que estava um cavalheiro com ar bastante duvidoso a olhar atentamente para a saida das traseiras, voltaram para dentro esperando que a calada da noite fosse mais propricia à fuga.

Depois de anoitecer ao sairem do Scoop, os investigadores neste 2o grupo sentem um cheiro intenso a cabelo queimado, foram apanhados por um ser que aparentemente era feito de nevoeiro. Os nossos investigadores são presos por tentaculos que nao conseguem ver, elevados no ar e começam a ser sufocados. Um dos nossos investigadores escapa de volta para o Scoop tendo a brilhante ideia de lançar um cocktail molotov para o carro. O clarão brilhante que se segue à explosão faz visualizar uma criatura gigante de cerca de 10m não completamente opaca, e que com a luminosidade que advem da explosão larga os investigadores em risco de sufoco. Os nossos amigos ficam bastante combalidos com a experiencia mas escapam vivos.

Já no esconderijo contam a aventura aos restantes membros e decidem nunca apagar as luzes.

Juntam-se ao grupo dois guarda costas, um ninja e um que aparentemente tem mais armas que o iron man.

Mais calmos e depois de uma noite de sono leve, decidem investigar a casa do pintor Miles Shipley que supostamente tem quadros hediondos. Só podia correr bem…

Os nossos investigadores são recebidos pela Bertha Shipley, mãe do pintor que os conduz ao atelier do pintor. Num atelier nada pode correr mal, portanto sobem ao atelier os nerds do grupo. O pintor Miles Shipley está claramente demente, apenas dizendo “já viram os meus quadros”. Mais cedo ou mais tarde iria começar a cortar orelhas.

Após verem os quadros do pintor, e das perdas de sanidade respetivas, o pintor demonstra que gostaria de mostrar outro quadro que tem escondido no armario. Os nossos investigadores convencem a mãe do Miles a mostrar o quadro escondido. O nosso professor investiga o quadro e parece-lhe num primeiro momento que a àgua se mexeu. Alguns instantes depois sente-se transportado para uma ilha com um monolito. O céu escuro e sem estrelas não esconde 6 homens serpente que saem da àgua para o atacarem. Depois de uma granada bem mandada todos os homens serpente caem mortos ficando o nosso professor sozinho na ilha. Nada lhe tira a ideia que esta ilha parece-se exatamente com o quadro para onde estava a olhar.

Voltando ao quarto do Miles os nossos investigadores olham à volta e o professor desapareceu… Olham para a Bertha Shipley que deixa de ter um ar de velhinha simpatica e transforma-se num homem serpente apostado em os matar a todos.

Depois de vários tiros falhados o guarda costas com o arsenal,ouve os tiros e sobe velozmente as escadas. Passado pouco tempo o Miles e a Bertha são mortos. Um dos investigadores jaz inconsciente no chão.

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